Código de barras CEPNet dos Correios. O que é e onde comprar?

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Código de barras CEPNet dos Correios. O que é e onde comprar?

O Código de Barras (CEPNET) é utilizado para a identificação do CEP (Código de Endereçamento Postal) e do seu complemento, para o processamento automático das correspondências.

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Os CORREIOS adquiriram a tecnologia da geração de CEP em código de barras “POST-NET” do correio dos EUA. Depois de adaptá-la à realidade brasileira, ele passou a se chamar CEPNet.

O CEPNet é composto de 9 dígitos (ou 47 barras), enquanto que o Postnet tem 10 dígitos (ou 52 barras).

Abaixo podemos ver dois exemplos de utilização do CEPNet numa correspondência:

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Para que sua empresa possa emitir ou imprimir esse código de barras é nessário adquirir a fonte do mesmo.

A GB Network & Print possui a fonte do código de barras CEPNet (Postnet) nas versão Windows True Type ou PCL. Para comprar a versão True Type clique no botão abaixo.

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Para maiores informações sobre o fonte do código de barras CEPNet entre em contato conosco:

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Qual o futuro dos códigos de barras?

E se os códigos de barras que usamos para identificar os produtos há mais de 30 anos estiverem com os dias contados? De informação nutricional a substituição por novas tecnologias como o RFID – identificação por radiofrequência, são vários os caminhos que estão por vir para as pequenas “barras negras” nas etiquetas dos produtos.

O futuro do código de barras esteve em discussão na assembleia-geral da GS1, uma organização global que está presente em mais de 100 países e que promove esta utilização de uma linguagem comum na cadeia de distribuição dos produtos, ou seja, os códigos de barras.

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O tema esteve em discussão na passada semana na cidade do México e contou com a presença da empresa portuguesa Saphety, que opera na área de soluções de troca eletrónica de documentos e otimização de processos e sincronização de dados. A empresa pertence à área tecnológica do grupo Sonae e está presente em 30 países, com perto de 130 mil utilizadores dos seus produtos. A GS1 também gerencia a rede mundial GDSN (Global Data Synchronization Network),uma rede que, segundo Rui Fontoura, CEO da Saphety, “permite a sincronização de informação de produtos entre os retalhistas e fornecedores”, simplificando os processos e facilitando a realização de inventários.

O maior desafio, no curto prazo, está precisamente nesta rede GDSN. O objetivo é “conseguir ter a nova versão da GDSN em produção em simultâneo em todos os mercados”, uniformizando assim a informação que é transmitida entre os retalhistas e os fornecedores. Além disso, a organização também está “comprometida com as iniciativas na área do B2C, ou seja, a disponibilização da informação sobre produtos, nomeadamente informação nutricional aos consumidores finais” nos códigos de barras, acrescenta Rui Fontoura.

Gigantes do mercado, como o eBay, já usam códigos de barras para normalizar as listas de produtos num catálogo de dados, numa lógica de sofisticação do modelo de venda. O eBay conta com o código de barras para ajudar a gerir a lista de produtos, que conta com mais de seis mil milhões de objetos catalogados. Em Setembro de 2015 a Google também passou a tornar obrigatório o uso da identificação standard do GS1 (GTIN-GS1) no seu catálogo online, o Google Shopping.

O futuro passa pelo RFID

Apesar da relevância dos códigos de barras, está em estudo uma substituição deste formato. “Acreditamos que a curto médio prazo serão substituídos por uma “nova geração” baseados em RFID”, antecipa o CEO da Saphety. Há várias vantagens: o RFID chega a ser 25 vezes mais rápido que o código de barras em contagem de ‘stock’. E na contagem em grande escala há mais rigor. Cada item tem a sua “identidade” com o RFID, e pode ser rastreado.

Num código de barras todos os items são iguais. A própria etiqueta RFID armazena mais informação do que o código de barras. Além disso, a informação pode ser regravada e pode ser lida automaticamente, sem ser necessário a aproximação do leitor.

fonte: Dinheiro Vivo


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Qual é o Código de barras para impressão de boletos de cobrança? e aonde comprar?

O INTERCALADO 2 DE 5 é o código de barras utilizado nos boletos de cobrança pela FEBRABAN no Brasil. Este é um código de barras numérico usado para codificação de pares de números em um formato de código de barras de alta densidade. Cada par numérico é convertido em 5 barras.

Foi projetado para que os caracteres possuam uma auto checagem, eliminando a exigência de caracteres de verificação. A verificação pode ser adicionada como último dígito, mas neste caso o código a ser convertido será um número impar de caracteres.

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Com 21 anos, e líder no mercado brasileiro em soluções para geração e impressão do Código de Barras, a GB oferece :

1. Fontes de código de barras nos formatos:

  • Windows Truetype (TTF) com ou sem conversão via DLL;
  • PCL Laser Jet fonts, compatíveis com impressoras laser PCL5;
  • Postscript (PS) Adobe;
  • Fontes em outros formatos: AFP, Open Type, etc

2. Geração de imagens de códigos de barras em alta resolução;

3. BarDIMM: Módulos inteligentes de códigos de Barras para SAP e outros ERPs;

Para maiores informações entre em contato com a GB:

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Embalagem de agrotóxico poderá ter código de barras para facilitar controle do produto

A rastreabilidade dos processos de produção, armazenamento, transporte e comercialização de agrotóxicos foi aprovada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) nesta terça-feira (12).  O Projeto de Lei do Senado (PLS) 337/2008 segue agora para a análise da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).qrcodegb_thumb1_thumb

De autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), o projeto determina a alteração da Lei de Agrotóxicos (Lei 7.802/1989) para obrigar que os agrotóxicos exibam em seus rótulos código de barras que permita a rastreabilidade do produto ou lotes de produção. A rastreabilidade deve ser implantada por toda a cadeia produtiva, desde o armazenamento até o retorno das embalagens, por meio de registro eletrônico em bancos de dados integrados.

O texto aprovado foi um substitutivo do senador Ivo Cassol (PP-RO), que resgatou um relatório já apresentado na CCT antes de o projeto ser arquivado em 2014. O substitutivo proposto na época estabelecia a atualização dos valores das multas penal e administrativa decorrentes de infrações referentes à adoção de medidas protetoras da saúde e do meio ambiente. No caso da rastreabilidade, Cassol propôs que, além do código de barras, haja também um sequencial que individualize a embalagem.

Para o autor da matéria, a rastreabilidade dos agrotóxicos vai facilitar as ações de controle, inspeção e fiscalização, beneficiando a sociedade, que terá mais segurança quanto ao uso desses produtos. À época em que foi elaborado o projeto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia denunciado a contaminação de produtos com agrotóxicos proibidos.

Convidado para ler o relatório devido à ausência de Ivo Cassol, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) afirmou não se opor ao relatório, mas alertou para o colapso em que se encontra o sistema nacional de metrologia, que controla a qualidade e a conformidade dos produtos.

— Não há mais possibilidade de se realizarem os exames que são preconizados pela legislação porque falta gente, falta dinheiro, faltam as verbas mais elementares de custeio — afirmou.

No caso de reincidência de infração às medidas protetoras da saúde e do meio ambiente, o substitutivo determina a multa de até R$ 10 mil, aplicável em dobro em para pessoa física e de até R$ 100 mil para pessoa jurídica.

fonte: agência do Senado Federal


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Códigos de barras de notas fiscais eletrônicas serão validados a partir de 1º de abril

qrcodegb_thumb1_thumbA coordenação estadual do projeto de implantação da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFCe), no Pará, comunica aos contribuintes de ICMS que a partir do dia 1º de abril deste ano os dados do QR-Code desses documentos fiscais passarão a ser validados pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), via sistema. Serão aplicadas várias regras de validação, visando melhorar a qualidade dos dados do QR-Code. A Sefa informa, ainda, que as notas que não tiverem os dados do QR-Code corretos, segundo estes novos critérios, serão rejeitadas.

"O QR-Code é o código de barras bidimensional que contém vários dados para garantir a segurança do documento impresso. A validação desses dados aumenta a segurança do sistema e melhora a qualidade do serviço prestado aos consumidores, já que será reduzida a possibilidade de erros na impressão", explica o auditor fiscal de receitas estaduais José Guilherme Koury, da Diretoria de Fiscalização da Sefa.  

Para maiores detalhes acesse www.sefa.pa.gov.br/nfce ou entre em contato com o call center 0800 725 5533.

Sua empresa precisa do código de barras QR-CODE? A GB, há mais de 20 anos no mercado brasileiro e líder em soluções de código de barras, pode oferecer os seguintes produtos e serviços para geração e impressão de códigos de barra GS1 QR-Code ou outros modelos:

  • Na versão Windows, fonte Truetype (TTF) com conversão via DLL;
  • No formato PCL através dos módulos Barcode Jet/BarDIMM ou BarStorm, ambos compatíveis com impressoras laser PCL5;
  • Fontes em outros formatos: AFP, PostScript, Open Type, etc;
  • Impressão gráfica em material publicitário, etiquetas, rótulos, embalagens, etc;
  • Geração de imagens em alta resolução;

Entre em contato:

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Dicas para não cair no golpe do boleto falso

Boletos bancários são uma das formas de pagamento de contas mais utilizadas hoje em dia e, por isso, têm atraído a atenção de fraudadores. O golpe consiste em ataques virtuais que modificam o código de barras original, desviando o dinheiro que deveria ir para o pagamento para uma conta fantasma do fraudador.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) alerta que com isso, o com o pagamento de um boleto falso, o consumidor deixa de pagar o que deveria e, consequentemente, pode sofrer corte no fornecimento de um serviço, receber cobranças com juros e multa por atraso e até ficar com o nome sujo.

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Diante desses riscos, é importante ficar atento ao receber um boleto ou baixá-lo pela internet. A equipe do Idec elaborou dicas que podem ajudar o consumidor a ficar longe deste tipo de ação golpista, cada vez mais comum.

É importante manter o antivírus do computador sempre atualizado, pois programas maliciosos, enviados por meio de vírus, podem alterar o código de barras do boleto. O antivírus em dia é capaz de identificar anormalidades na geração do boleto pela internet, na visita a sites duvidosos ou em documentos enviados por e-mail.

Ao receber um e-mail suspeito com arquivos anexos, notificações de pagamentos ou links, o consumidor deve desconfiar. O melhor a fazer é entrar em contato com o emissor da mensagem e confirmar a autenticidade das informações recebidas, tanto documentos de empresas privadas quanto de órgãos públicos.

O Idec orienta ainda que o consumidor, sempre que possível, evite usar equipamentos públicos para fazer compras, efetuar pagamentos ou gerar boletos . O mesmo cuidado deve ser observado em relação a rede de wi-fi utilizada.
Nas abertas ao público em geral os fraudadores encontram mais facilidades para capturar as informações bancárias, como número do cartão e senha. Por isso, o risco de invasão nesses ambientes é intensificado.


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Compre seus códigos de barras pelo novo E-Commerce da GB!

botao-ecommerce-600x600Em 2015 a GB Network & Print completou 20 anos de existência atendendo pequenas, médias e grandes empresas nos mais variados segmentos do mercado brasileiro.

Recentemente lançamos no site de vendas (Loja Virtual) aonde nosso clientes podem comprar vários fontes de códigos de barras diferentes, e futuramente outras soluções.

Nosso e-commerce utiliza os serviços do UOL / PagSeguro  para gerenciar o pagamento e cobrança de nossos clientes, num ambiente totalmente seguro e criptografado.

Aproveitem os preços promocionais com até 50% de desconto para compras feitas até o final de 2015!

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Como imprimir o código de barras GS1 EAN 13 no seu produto

Você é fabricante ou importador e precisa de um código de barras para seu produto?

Para que você possa vender seu produto nos grandes varejistas do mercado, ele precisa ter um código de barras no padrão GS1/EAN 13 impresso na sua embalagem.

O Código GS1-13, também conhecido como EAN-13  ou GTIN, é o padrão de código de barras utilizado em dezenas de países em todo o mundo, com o objetivo de identificar produtos comercializados no varejo.

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O padrão EAN-13 é utilizado na maioria dos produtos, já o código EAN-8, é utilizado em embalagens menores, como por exemplo: "Balinhas TIC-TAC", pelo fato dessas embalagens não suportarem um código maior com 13 dígitos. Desta forma utilizam o código EAN-8, que possui apenas 8 dígitos.

Para resolver esse problema sua empresa deve comprar uma fonte de código de barras, a mais comum é a fonte no formato Windows True type, para gerar todos os códigos dos seus produtos através do Word, Excel ou qualquer outro aplicativo Windows.

Clicando no botão “Comprar” abaixo você será direcionado ao site de vendas online da GB Network & Print.

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Com 20 anos de mercado a GB já vendeu soluções de códigos de barras para milhares de empresas em todo o Brasil. Veja abaixo alguns casos de sucesso:

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Se sua empresa precisar de uma fonte num formato diferente (Postscript, PCL, AFP, etc) ou outro tipo de solução de código de barras, por favor entre em contato com a GB:

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Peças de veículos terão ‘código de barras’ para conter furtos e roubos

Rastreamento online de autopeças é a nova aposta da polícia contra o crime.

Combater furtos e roubos de veículos tornou-se prioridade em todo o Estado de São Paulo. Tanto que a nova etapa da Lei do Desmanche contará com rastreamento online de autopeças ainda neste semestre. Diante disso, os consumidores poderão consultar a procedência das mercadorias, que deverão contar com uma espécie de código de barras, através do celular ou tablet. Em vigor desde julho do ano passado, a lei desencadeou uma operação homônima, que contribuiu para a queda de 17% dos furtos e roubos de veículos, em Bauru, entre 2014 e 2015.

Embora não tenha uma data marcada para começar, o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) garante que, ainda neste semestre, o sistema será disponibilizado às empresas do setor para o cadastro e controle das peças. Os estabelecimentos terão de etiquetar os produtos e cadastrá-los no sistema do órgão com informações, como os veículos de origem, além das respectivas notas fiscais de entrada e saída. A partir das etiquetas, os consumidores poderão consultar a procedência das mercadorias.

qrcodegbO processo será baseado na tecnologia QR Code , um código de barras bidimensional (imagem ao lado) que pode ser facilmente decifrado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera fotográfica. Desse modo,  os consumidores terão a garantia de adquirir apenas peças de origem legal. Além disso, por meio do programa, a população poderá também fazer denúncias de desmanches com suspeita de irregularidade. O sistema terá ainda um perfil para que as fornecedoras de etiquetas possam checar se a numeração de série atribuída a cada desmanche está sendo seguida corretamente.

Os leiloeiros também terão acesso ao programa para informar quais empresas adquiriram veículos em leilões para desmanche de peças e quais veículos foram comprados por cada estabelecimento. “Com esse sistema, aprimoraremos o controle das peças automotivas comercializadas pelos desmanches, beneficiando os comerciantes idôneos e, principalmente, os cidadãos, que terão a segurança de não adquirir produtos oriundos de furto e roubo”, esclarece o diretor-presidente do Detran.SP, Daniel Annenberg.

Queda de ocorrências

A Lei do Desmanche já surte efeito na prática. Dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) dão conta de que, nas 89 cidades do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 4 (Deinter-4), incluindo Bauru, houve uma queda de 12% das ocorrências envolvendo furto e roubo de veículos. Entre os meses de janeiro e maio do ano passado, foram 1.337 casos e, neste ano, as ocorrências caíram para 1.176.
Já na sub-região de Bauru, que abrange outros 18 municípios, entre os meses de janeiro e junho de 2014, foram 716 ocorrências. No mesmo período deste ano, houve 583, uma redução de quase 19%.

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Em Bauru

Em relação a Bauru, foram registrados 565 casos nos primeiros seis meses do ano passado e 470 no mesmo período deste ano, ou seja, queda de quase 17%. A polícia atribui a queda de furtos e roubos de veículos na região, principalmente, às consecutivas operações de emparedamento.

Desde setembro do ano passado, a Operação Desmanche, uma ação conjunta da Polícia Militar (PM), da Polícia Civil, do Instituto de Criminalística (IC), da Secretaria da Fazenda, do Detran e da Prefeitura de Bauru, já interditou 12 pontos comerciais com irregularidades. Da última vez, mais especificamente no final de junho, três estabelecimentos foram vistoriados, mas nenhum acabou emparedado. Outra ação está prevista para este mês.

Só 30% dos veículos furtados ou roubados são recuperados

Uma estimativa feita pela PM para os três últimos meses deste ano dá conta de que apenas 30% dos veículos furtados ou roubados são recuperados. O motivo, claro, se dá por conta dos desmanches. Entre os produtos mais comuns que são retirados, estão as baterias, os estepes, os equipamentos de som, os objetos pessoais dos proprietários e as rodas. A polícia revela ainda que também se mobiliza para combater os crimes em Bauru.

De acordo com o major João da Costa Duarte, comandante operacional do 4.º Batalhão de Polícia Militar do Interior (4.º BPMI), que abrange Bauru e outras 18 cidades, além da Operação Desmanche, a corporação realiza semanalmente a Operação Cavalo de Aço, destinada à fiscalização de motocicletas. As motos são ainda mais difíceis de ser encontradas por conta do porte, que suporta qualquer esconderijo.

Na Operação Direção Segura, que também é feita semanalmente, mas para fiscalizar motoristas que estejam sob o efeito do álcool, os veículos são analisados de forma geral, inclusive se são ou não produtos de furtos ou roubos. O major revela ainda que, diariamente, os policiais fazem ações preventivas em oficinas mecânicas e de funilaria e pintura para verificar a origem das peças automotivas.

Os militares também realizam operações preventivas em locais de grande incidência de furtos, roubos e localizações de veículos. Costa Duarte aponta que as ocorrências estão concentradas na região noroeste de Bauru. Policiais em horário de folga também fazem uma espécie de diária especial, com o dia de trabalho é bancado pelo Estado.

Polícia orienta prisão com mínimos indícios de uma compra criminosa

Fora a Operação Desmanche, o titular da Delegacia Seccional de Bauru, Ricardo Martines, orienta os demais delegados a prender os supostos autores com mínimos indícios de compra criminosa de veículos, já que a receptação culposa, ou seja, quando não há intenção, não permite flagrante. “Os delegados têm de elaborar diligências, no momento da apresentação, para verificar se o suposto autor tinha condições de saber se o veículo era produto de furto ou roubo, por exemplo”, justifica.

Além disso, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) realiza frequentemente operações específicas com o intuito de investigar, identificar e prender as pessoas que estejam envolvidas direta ou indiretamente com furtos ou roubos de veículos. Quando há adolescentes envolvidos, a polícia orienta que os delegados façam uma representação junto ao Judiciário para que apreenda os jovens.

O delegado acrescenta ainda que os furtos de veículos são mais comuns do que os roubos, porque o primeiro crime é menos arriscado e acarreta em penas menores.
Para furto, a punição é a reclusão de 1 a 4 anos e, se qualificado, a pena passa para 2 a 8 anos. Já no caso de roubo, a punição é a reclusão de 4 a 10 anos, mas pode aumentar de um terço à metade se houver causa de ampliação de pena, como uso de arma de fogo e concurso de pessoas. Quem adquire veículos produtos de furto ou roubo também não fica impune. A receptação prevê reclusão de 1 a 4 anos e, se o crime for praticado por proprietários de estabelecimentos comerciais, a pena sobe para 3 a 8 anos.

fonte: JCNET


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Eleitor poderá auditar resultado de seções eleitorais por meio de aplicativo móvel

Uma das tecnologias com maior potencial do Século 21, o QR Code ou Código QR – código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que têm câmera fotográfica – vai ser utilizada pela Justiça Eleitoral nas eleições de 2016 para facilitar o acesso de qualquer cidadão às informações contidas nos Boletins de Urna (BU), que são impressos após o encerramento da votação e afixados em quadros de aviso nas seções eleitorais. A alteração não terá custos para a Justiça Eleitoral, já que o uso do Código QR é livre de qualquer licença.qrcodegb1

Com a utilização do código de acesso rápido, eleitores e fiscais de partidos políticos poderão, de forma rápida, segura e simplificada, escanear e armazenar os dados em seus dispositivos móveis (smartphones ou tablets).

Como os dados do boletim são codificados, com a identificação numérica de candidatos, partidos e municípios, um aplicativo da Justiça Eleitoral vai ser desenvolvido para permitir a decodificação, facilitando o entendimento das informações. O Código QR permite o armazenamento de uma quantidade significativa de caracteres e o que será utilizado pelo TSE é o alfanumérico, com nível máximo de compressão de dados.

Este será um dos novos aplicativos para sistemas operacionais iOS e Android, entre vários que serão oferecidos pela Justiça Eleitoral para as eleições de 2016. Atualmente é possível baixar aplicativos que permitem consultar informações sobre candidatos, pesquisar locais de votação e pontos de entrega da justificativa eleitoral, além de acompanhar, em tempo real, a apuração dos votos.

A inclusão do Código QR nos Boletins de Urna foi aprovada pelo Grupo de Trabalho (GT) do Ecossistema da Urna Eletrônica, que se reuniu na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nos dias 18 e 19 deste mês. O aplicado será desenvolvido pelo TRE do Acre em parceria com o Grupo de Trabalho (GT) Mobile.

Mais transparência e segurança

Para o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, a utilização do Código QR vai permitir ao eleitor realizar sua própria auditoria após o encerramento da votação e a impressão do Boletim de Urna. O BU já é disponibilizado na internet após o resultado da eleição, o que permite conferir se a informação fornecida pela seção eleitoral é a mesma consolidada na totalização do resultado pelo TSE. Mas, agora, com o recurso do Código QR, o eleitor poderá usar seu smartphone ou tablet para fazer a leitura do código que estará estampado no relatório.

Segundo Janino, o aplicativo vai gravar as informações e a checagem se tornará mais rápida e precisa. “A Justiça Eleitoral tem o compromisso junto aos cidadãos de promover um processo cada vez mais seguro e transparente.

Segurança e transparência são nossos dois pilares básicos e o compromisso da Justiça Eleitoral é investir cada vez nesse binômio”, afirmou. Janino ressaltou que não haverá qualquer custo para a Justiça Eleitoral e para o eleitor: o uso do Código QR é livre e o aplicativo oferecido pelo TSE será gratuito.

O coordenador de Sistemas Eleitorais do TSE, José Melo Cruz, lembrou que o Código QR foi utilizado internamente pela Justiça Eleitoral em 2014, no processo de carregamento de informações na urna eletrônica.

Por isso, sua inclusão no Boletim de Urna foi uma consequência natural do processo de aperfeiçoamento tecnológico. “A Justiça Eleitoral não dá saltos, ela vai seguindo num processo constante de evolução, buscando cada vez mais transparência e segurança, com todo o respaldo técnico das nossas equipes”, disse.

O coordenador do GT Ecossistema da Urna, Rodrigo Coimbra, ressaltou a importância da utilização da nova tecnologia. “O cidadão vai ganhar um mecanismo simples e rápido de verificação do Boletim de Urna e vai poder comparar, com muito mais segurança e tranquilidade, se o resultado de uma seção corresponde àquele que foi recebido pelo TSE”, disse.

Integrante do GT Ecossistema da Urna – formado por servidores de 10 TREs – o secretário de TI do TRE de Sergipe, José Peixoto, lembrou que o aplicativo a ser desenvolvido pela Justiça Eleitoral ficará disponível no portal do TSE e dos TREs para que qualquer pessoa possa baixar.

“É a Justiça Eleitoral colocando cada vez mais recursos à disposição da sociedade”, ressaltou Peixoto, acrescentado que, com base nos parâmetros de decodificação estabelecidos pelo TSE, outros aplicativos poderão ser desenvolvidos de forma independente.

Rosana Magalhães, secretária de TI do TRE do Acre, afirmou que sua equipe já está com parte do projeto formatado e agora ela levará as novas especificações definidas na reunião para dar prioridade total ao desenvolvimento do aplicativo. “Nosso objetivo é interagir com o grupo de Mobile do TSE de forma que a gente consiga também manter o padrão dos aplicativos na Justiça Eleitoral”, enfatizou.

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